Esporte Clube Pinheiros e a mObgraphia

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Há algum tempo, temos nos envolvido com ações cuidadosamente preparadas para públicos de diversos perfis. Começamos trabalhando ativação de marca e comunicação para clientes como Triumph Motorcycles, Lexus, eventos corporativos para o Banco Itaú, Avon, entre outros.

Com muita alegria, percebemos o interesse e empolgação de setores que tem absolutamente tudo a ver com nossa arte da mobgrafia. Nossa iniciativa foi muito bem aceita e encampada pela coordenação do centro de memória do ECP, através da Yara Rovai, responsável por todas as atividades desta área.

Após algumas conversas, surgiu a iniciativa de um workshop e uma saída fotográfica com os associados do clube, tendo o esporte, uma das principais características e forças do clube como tema a ser trabalhado.

O resultado poderá ser visto à partir do dia 15 de junho na sede do clube na Faria Lima em SP.

Embora o concurso, que tem data para recebimento de fotos até o dia 29 deste mês,  tenha sido destinado aos associados, a exposição será aberta ao público. Mais detalhes em breve em nossos canais.

Boa sorte aos pinheirenses mobgrafistas!

A comissão julgadora/curadoria será da mObgraphia com a participação de Yara Rovai e da artista Karine Guerra.

Yara Rovai

Formada em Ciências Sociais pela Universidade São Paulo , com mestrado em História e Filosofia da Educação pela mesma universidade. Coordena as atividades do Centro Pró-Memória Hans Nobiling do Esporte Clube Pinheiros desde sua fundação. Foi curadora da exposição “Infraero 10 anos”, no aeroporto Internacional de Guarulhos, colaborou na implantação do Ecomuseu de Icapuí, CE.

Karine Guerra

Desenvolve há cerca de 10 anos pesquisas voltadas às áreas de artes visuais, ilustração e museografia. É Bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

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Resultado da Convocatória “Emoção das ruas”

Nosso time de jurados escolheu os 12 ensaios que estarão expostos no MIS à partir de 17.5 até 24.5 no foyer principal.

Foi um trabalho duro mas motivador. O resultado final mostra uma qualidade e alinhamento com o tema muito fortes e com textos e legendas que apoiam e orientam o olhar das ruas através das lentes destas fotógrafas espetaculares.

Parabéns a todas!

Ana Carolina Fernandes

Carnaval de rua

Mobgrafias feitas com iphone 4s e iphone 5
Esse ensaio foi feito durante durante os carnavais de rua no Rio de Janeiro nos anos de 2013 e 2014 .
Ana Carolina Fernandes estudou na Escola de Belas Artes do Parque Lage e trabalhou como fotojornalista por 25 anos, nos maiores jornais do país como O Globo, Jornal do Brasil, Agência Estado ( Estadão e Jornal da Tarde ) e por 10 anos na sucursal da Folha de S. Paulo no Rio onde ganhou 2 Prêmios Folha.
Desde 2008 desenvolve trabalhos autorais e documentais , como o ensaio Mem de Sátrabalha como freelancer como fotojornalista para revistas nacionais e eventualmente para a Agência Reuters e o jornal New York Times.
 Ana Paula Borges
As mobgrafias foram feitas na Escadaria da Catedral Sé, Centro de São Paulo.
O celular utilizado é o Galaxy S5 da Samsung.
Advogada, 36 anos, Paulistana. Adora artes no geral e em especial fotografia e cinema.
Bia Ferrer
Histórias Perdidas
O projeto fotográfico “Histórias Perdidas” é feito de fotografias que são fragmentos de histórias, que aconteceram, ou não. De certa forma, posso dizer que é um trabalho auto biográfico, porque algumas vezes eu o uso para “mandar recados” que eu não poderia falar tão abertamente, expressar meus sentimentos. Muitas vezes é tão direto que a pessoa para “quem é” já entende na hora que é pra ela, outras, eu brinco com essa possibilidade.
Penso nele como se fosse uma caixa de memórias, fotos de viagem ou familia, na época da impressão, quando as pessoas escreviam atrás da foto, uma legenda que fazia com que o momento fosse lembrado. Na maioria das vezes, falo de amor, rejeição, solidão e sensualidade. Sentimentos que marcam as pessoas, e fazem com que elas se identifiquem com eles também.

Bia Ferrer vive e trabalha em São Paulo. Formada em psicologia, é fotógrafa de moda e comportamento desde 2002 com trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais e em campanhas publicitárias. Realizou exposição individual na POP Galeria e participou de exposições coletivas na galeria Mezanino e na Casa de Criadores.

Foi vencedora do VII Concurso Internacional de Fotografía de la Red Mercociudades Bases 2009 – Centro Municipal de Fotografía de Montevideo/Uruguai, do Prêmio Estímulo Fotografia 2008, da Secretaria da Cultura de São Paulo e Fotógrafa Revelação da Casa de Criadores – Semana de Moda 2003.

Bianca Vasconcellos

O ensaio registra as expressões de mulheres e adolescentes mulheres encontradas num olhar, no silêncio do bairro do Bixiga e no Teatro São Pedro.

Diretora de documentários jornalísticos, Bianca Vasconcellos dedica boa parte de seu tempo e energia à fotografia. É uma briga entre trabalho apaixonante e paixão que não é trabalho. 
“…é a curiosidade que desloca minha atenção quando estou olhando a vida pela lente de uma câmera no celular ou numa mirrorless. Em geral gosto dos lugares para onde a fotografia me leva. Lugares aparentemente externos mas que, de alguma forma, revelam meu interior em silêncio”… 

 Claudia Archela 

Este ensaio foi captado com o Lumia 930 e editado com OGGL da Hipstamatic.

O registro foi feito na parte externa do Parque Villa Lobos no último domingo, dia em que a PM expulsou os vendedores ambulantes das proximidades da entrada principal do parque, por não terem licença para tal, com excessão do vendedor de cocos. Aquele dia eles voltaram com os bolsos vazios para casa.
” tenho 43 anos e apesar de minha formação em Propaganda e Marketing, sempre fui apaixonada por Design e Arquitetura e venho trabalhando como Designer de Interiores nos últimos 14 anos. Sempre tive a fotografia como hobby, mas só recentemente comecei a estuda-la e lançar novos olhos e aplicações pessoais.
Denise Perez
Cuba
Ensaio reDenise Perezalizado em Cuba em agosto de 2014 com iphone 5.
Denise Perez fotografa desde os 8 anos, mas demorou muito tempo para levar a fotografia a sério. Estudou direito e relações internacionais, trabalhou como advogada por 8 anos, apesar de nunca ter se identificado com essa profissão. Um dia resolveu tornar real um sonho antigo, largou tudo e passou 2 anos viajando pelo mundo.
Apesar de nunca ter feito nenhum curso de fotografia e da curta carreira, Denise já expôs no Photoville (evento de fotografia que acontece anualmente em Nova Iorque, Estados Unidos), no Columbus Museum of Art (em Ohio, Estados Unidos), no Museu da Imagem e do Som (São Paulo) no Prêmio mObgraphia, no LZ Arte (Rio de Janeiro) e na Casa Cor (Rio de Janeiro).
Denise hoje passa a maior parte do tempo viajando pelo Brasil e acaba de partir para uma temporada de seis meses em Berlin.
Eneida Serrano
Carro abandonado – Também admiro as coisas “sem importância” .Com o olhar livre, tudo readquire valor, as coisas ganham novas funções. Estou viajando pelo Uruguai  e  tiro da bolsa mais um Manoel de Barros: “O privilégio do abandono”, ou   “Catar coisas inúteis garante a soberania do Ser. Garante a soberania do Ser mais do que Ter”.
Pra mim é irresistível: a  Fotografia, aliada ao Tempo e às coisas inúteis, são a minha riqueza.
Eneida é graduada em Jornalismo, trabalhou  para revistas nacionais como Veja, Isto É e MarieClaire.  Fez várias exposições individuais e coletivas e atualmente, dedica-se a projetos autorais, com especial interesse na
documentação do patrimônio histórico.
Eneida fotografa com telefone celular desde 2007 , quando expôs em galeria seu primeiro ensaio, LONDRES POR TELEFONE. Desde então, tem dado prioridade, em seus projetos pessoais,  à fotografia obtida com celular. A valorização do olhar, a agilidade na obtenção e o exercício de criar dentro das limitações do equipamento, são os aspectos que mais lhe interessam atualmente em suas fotografias,  expostas, quase que diariamente, através das redes sociais.
Vive em Porto Alegre.
Julieta Benoit
História do asfalto
O corpo e o não-lugar chamado asfalto que fazem as ruas da cidade de São Paulo.
Emocão atravessada por sonhos e desejos do não-lugar: rua!
modelo : Joana Ferraz
plataforma móvel : Iphone 4s.
Paulistana, com formação em filosofia, Julieta Benoit mudou de rumo desde 2007. Foi pela inquietação existencial por uma narrativa de vida que a fotografia surgiu. Inquietações que a levaram a caminhar para a linguagem da imagem como meio de expressão.
Miriam Homem de Mello
Seres
O ensaio SERES foi feito com iPhone 4S e 5S, nas ruas de São Paulo, em cima de detalhes das Faixas de Pedestre.
Os nomes pretendem, mais do que sugerir, direcionar a percepção do espectador, que ao concordar ou discordar da sugestão, é convidado a buscar nas suas reminiscências, interpretações que digam respeito ao seu próprio imaginário.
Nascida em São Paulo em 1963, estudou Filosofia e Letras Clássicas antes de dedicar-se à Fotografia.
Nara Kassinoff
INSEGURANÇA EMOCIONAL
As ruas estão escuras. Iluminadas porém, pequenas casinhas vazias asseguram as grandes moradias. Nelas reside a insegurança. Boa noite.
Nara por ela mesma:
Sou designer gráfica e flerto desde muito cedo com a fotografia, mas só recentemente venho exercitando essa atividade com maior dedicação e de forma mais livre e despretenciosa. Comecei com as analógicas, ampliei negativos em laboratório, construi uma pinhole, e continuo ainda curtindo muito essa brincadeira com minhas câmeras lomos. Mas é fato que o surgimento do smartphone somado ao Instagram – santas criaturas da tecnologia – possibilitaram um outro exercício fotográfico meu, mais frequente e criativo. Por hora, tenho gostado de usar um aparelho com câmera “meio ruim”, que não me dá as fotografias mais óbvias e perfeitas mas que possui controles e ajustes que me possibilitam sair do modo automático. Acho que ela nem é tão ruim assim, me serve bem ;-) Fico fascinada pela mágica do instante imprevisí­vel que por fim ela acaba por captar, da imagem um pouco tosca, meio suja, do resultado inesperado. Assim sou forçada a exercitar muito mais a idéia e o olhar, do que a fácil certeza de uma imagem perfeita ou criada por um aplicativo, e apenas isso.
Tetê Schmidt

Este ensaio é um retrato da desordem e da convivência de emoções. Faço um paralelo de sentimentos entre a cidade e seus personagens. Retratos anonimos de gente que poderia ser um de nós.  As fotos foram feitas na Av Paulista durante as manifestações contra a corrupção em março e abril e no Minhocão num domingo.

Usei Iphone 5s  e Lumia 830 e editei no Snapseed.

Sou paulistana, nascida e criada aqui. Adoro São Paulo e adoro viajar, sair daqui. Gosto de voltar, mesmo com todo o caos, aqui as possibilidades me fascinam. Sou essencialmente urbana. Tenho 46 anos, sou casada, tenho um filho, um cachorro o #ottothewhippet  Sou redatora publicitária e fotógrafa.

Aos 15 anos, ao invés de um baile, ganhei uma xereta da época. Aos 18 adquiri uma Pentax K 1000 (o Fusca das câmeras). Atualmente fotografo com uma Nikon D80, iPhone 5s e Lumia 830. Profissionalmente, tenho minha editora onde publico um guia de bairro impresso há 8 anos, o Guia Guedala. Faço textos, fotos, comercial.

Tita Ponte
Vila Progresso
Há uma viela em meu caminho, que todos os dias parece me convidar para um encontro. Em um sábado de sol, no mês de abril, aceitei o convite. Entrei e fotografei as cores, a ocupação coletiva do espaço comum, a energia que escapa pelas portas de entrada das casas e enche a ruazinha de vida. No meu celular, a geotag anunciava o desejo nem tão secreto da viela: Vila Progresso, São José dos Campos.

*
Fotos em São José dos Campos, com IPhone 6, em abril de 2015.
Tita Ponte, médica, nascida em Santos.
Em janeiro de 2013 teve um trabalho selecionado para Pinagram1, da Pinacoteca de São Paulo. Em fevereiro de 2013 fez parte de uma exposição coletiva organizada pelo fotógrafo Juan Esteves.
Ainda em 2013 participou como curadora do projeto @rio365, um documentário da cidade do Rio de Janeiro realizado via Instagram.
Em fevereiro de 2014, foi uma das integrantes do coletivo UM+seis, participando de exposição no restaurante Jorge em São Paulo.
Em junho de 2014, teve o ensaio “Não tem tempo ruim” selecionado para compor a Mostra Futebol Br que ocupou o bairro Vila Madalena, em São Paulo, no período da Copa do Mundo de futebol e foi organizado pela DOC Galeria.
Em março de 2015 teve fotografia selecionada para a exposição, no tema Retrato, realizada no 5° Festival de Fotografia de Tiradentes, Foto em Pauta.

Abertura e Premiação Festival mObgraphia 2015

Veja na íntegra, a palestra de abertura e a cerimônia de premiação (45m).

Em breve mais videos dos painéis e workshops.

Fique ligado.

Emoção das Ruas – Abre 17.5 no MIS

A mObgraphia no seu início (isso não foi intencional…rs), foi taxada por algumas amigas fotógrafas, de ser um clube do bolinha. Para resolver essa tremenda injustiça, promovemos pela primeira e única vez, uma convocatória fechada para 50 fotógrafas convidadas com o tema “Emoção das Ruas”.

Os doze ensaios escolhidos, serão expostos no MIS, durante o Maio Fotografia e o Festival mObgraphia 2015, de 17 a 24 de Maio no foyer do auditório térreo, à esquerda da entrada do Museu.

Esta atividade encerra oficialmente a participação da mObgraphia no Maio Fotografia. Uma honra mais uma vez para nós, estarmos expondo ao lado de Vivian Maier, a exposição mais importante de fotografia deste ano ao redor do mundo.

Abaixo, uma galeria com algumas mobgrafias que foram submetidas à convocatória, que ainda segue em processo de seleção.

A curadoria é da mObgraphia e os jurados são:

Mônica Maia, Didiana Prata, Manuela Matos Monteiro (Portugal), Mariângela Corsini (Original ArtPix), Marcos Varanda, Marcello Barbusci, Alexandre Urch e Paulo Keller.

Aguardem os resultados para semana que vem.

Vencedora do Grande Prêmio mObgraphia 2015

Estamos no ar novamente!

E nada melhor para curar a ressaca do que ver mobgrafia bonita. Vamos ao GP!

Grande Prêmio e Melhor Preto &  Branco

Ana Carolina Fernandes (@culafernandes)

Pai e filha

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Depoimento da fotógrafa no Facebook:

Muito feliz em ganhar o prêmio de melhor fotografia na categoria preto e branco e o Grande Prêmio mObgraphia 2015.
No MIS em SP, ontem. Onde pode – se ver uma exposição da genial Vivian Maier http://www.vivianmaier.com/

Agradeço aos criadores do Festival MObgraphia, Cadu Lemos e Ricardo Rojas e a todo o time de excelentes jurados!

A fotografia feita com celular vai muito além do instagram e eu estou sempre me surpreendendo com o que se produz no mundo não só em termos de fotos propriamente ditas mas tudo em torno do universo de fotos com celulares, revistas, prêmios, festivais e alguns trabalhos geniais como o de Balazs Gardi acompanhando um grupo de fuzileiros navais americanos no Afeganistão http://www.balazsgardi.com/basetrack/http://operamundi.uol.com.br/…/iphone+no+front+de+guerra+co…

Essa foto que transborda amor é a minha pequena contribuição para um mundo sem racismo ( em um momento em que estamos inacreditavelmente assistindo mais uma onda de violência e preconceito contra negros, o que eu e todos os fotojornalistas estamos cansados de presenciar aqui no Rio de Janeiro ), já que retrata um sublime momento de amor entre um pai e sua filha, por acaso um pai negro e uma filha branca.

Apresentando Marcelo Nava

Perfil

Marcelo Nava é um amigo recente da rede mObgraphia. E ele já chegou, chegando. Ficamos impressionados com a consistência e criatividade do corpo de trabalho dele, representado aqui por um projeto que reflete seu olhar para os círculos, a roda, a forma mais perfeita. Ficamos sabendo que agora ele anda a procurar quadrados por aí, mas isso é uma outra história…

MN por ele mesmo:

Meu nome é Marcelo Nava, tenho 27 anos e sou diretor de arte em um agência de publicidade.

No meu trabalho sempre lidei indiretamente com fotografia, mas nunca a produzi de fato.

Em decorrência disso, me apaixonei pela construção de imagens e comecei a fotografar com o celular pra desenvolver meu olhar.

Hoje, praticamente 100% das fotos que faço são geradas assim.

No Instagram, comecei uma busca por círculos, a qual se tornou minha obsessão desde 2011, e ainda não tem data pra terminar.

EPSON & mObgraphia

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Ficamos muito felizes com a confirmação da participação da EPSON em nossos projetos.

Essa conversa começou ainda em 2013 quando estávamos produzindo a primeira coletiva da mObgraphia, com a simpatia, profissionalismo e confiança que a Luciara Souza da EPSON sempre depositou na gente.

As conversas evoluiram, participamos do nosso primeiro Festival fora de SP com a Foto em Pauta do Eugênio Sávio em Tiradentes, presentes com o Espaço mObgraphia e o apoio da EPSON.

Agora, na segunda edição do nosso Festival e Prêmio mObgraphia, temos a satisfação de anunciar que essa relação se estreitou. Todas as ações da mObgraphia terão a presença da EPSON como parceiro oficial. Todos os materiais produzidos pela mObgraphia serão produzidos em papel e impressoras da companhia que dispensa maiores apresentações pois é líder de seu mercado. Uma honra para nós!

Bem vinda EPSON! Live long and prosper!

Vagas extras para a abertura e premiação mObgraphia 2015

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Acabamos de ser informados pelo MIS, que o auditório grande estará disponível para a mObgraphia, em função da enorme procura de lugares. Com isso, estamos ampliando em mais 90 lugares a capacidade do evento!

O link para inscrição continua o mesmo: http://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-abertura-festival-mobgraphia-2015-premiacao-top-3-mob-16438883142

Corre lá!!

Apresentando Marcelo Santanna, o Magushi!

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Magushi (@magushi)  é um dos top 10 do Prêmio 2015 da mObgraphia, na categoria Paisagem. Seu trabalho é refinado e detalhista, um verdadeiro artífice da imagem, destacando suas mobgrafias que propõem ao espectador a ponderar sobre a mensagem contida em cada uma delas.

Paulistano, 42 anos, (está ficando mais velho hoje, parabéns!) , começa seus primeiros cliques com celular em 2010, mas em 2012, sempre usando como companheiro de jornada o seu smartphone, passou a registrar imagens do cotidiano,
Elementos como água e fogo, e tudo que possa passar alguma idéia, sentimento ou mesmo reflexão.
Magushi acredita que a meditação e a prática do Miksang ( Fotografia, ou no caso dele, a mobgrafia contemplativa) ajudam no processo criativo e na composição de suas imagens.
Mais sobre Miksang aqui: