Cultura, Arte e Tecnologia

Ensaios do Curso de Mobgrafia na Cultura – Diogo Rais

Nossa primeira turma do curso que aconteceu na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi no final do ano passado trabalhou firme a mObgraphia continua apresentando os trabalhos de alguns dos alunos que fizeram parte do projeto. Todos  os ensaios foram produzidos com smartphones e edições no próprio aparelho com aplicativos diversos.

Cada aluno buscou sua própria linguagem e estilo, buscando expressar temas que foram de livre escolha. O curso teve a duração de 3 noites e acontecerá novamente no próximo dia 10 de março. Em breve, todos os detalhes.

Hoje, é dia de Diogo Rais (@diogorais), um ensaio street, com cores bem pensadas, histórias escolhidas e um belo texto para nos colocar em contexto.

 

“Em breve uma novidade para você! Você vai se surpreender com a relação entre as coisas e as pessoas, as pessoas e as coisas, as coisas com as coisas e as pessoas com as pessoas.
É assustadora a quantidade de relacionamentos entre o cenário e o protagonista, o bidimensional e o tridimensional, o chapado e o profundo. No fundo a relação de cenário e protagonista é na verdade uma relação entre protagonistas: são dois… mas parecem um só.
A coisa com a coisa, refletindo cada parte como se fosse o todo, dando autonomia à imaginação da própria parte, que se acha… e se sente: uma nova coisa, perfeita, pronta e acabada.
O entrelaçamento do bidimensional com o tridimensional tem poder transformador, fazendo de todos e tudo: um só. Em um cantão qualquer, o instante do entrelaçamento gera o mais puro e verdadeiro amor, por mais que todo este amor dure apenas aquele instante.
Um amor que traz a gratidão por voltar a viver, um amor de doação, de respeito sem preconceito, um amor entre iguais… Mas por que não um amor diferente? Entre pessoas e coisas, talvez um amor digital que não sai da ponta dos dedos, mesmo quando todos olham para um lado, os dedos não abandonam a máquina. Afinal, por que precisa ser vivo para ser amor? O amor por si só já é vivo, é impulsivo, agitado e brincalhão.
E por que não, o amor entre pessoas e… pessoas de quatro patas? Ah… Esse é mais um amor verdadeiro e puro, que lhe veste, sustenta e consome.
E por que não o amor por si? A autoadmiração, a selfie capturando aquilo que realmente é ou que adoraria ser.
A relação entre o bidimensional e tridimensional pode despertar o que se tem de melhor, mais do que lhe dizer a verdade, é permitir se surpreender…”
Diogo Rais

Esta entrada foi publicada em fevereiro 12, 2016 às 6:23 pm e está arquivada sob Uncategorized. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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