Cultura, Arte e Tecnologia

Dia Internacional da Mulher, sempre.

 

Conexão sp-arte mobgraphia

Nossa homenagem de hoje, através das fotógrafas maravilhosas que fizeram parte da nossa mostra feminina no MIS em 2015, a “Emoção das Ruas”. Sintam-se todas homenageadas!

Ana Carolina Fernandes

Carnaval de rua

Mobgrafias feitas com iphone 4s e iphone 5
Esse ensaio foi feito durante durante os carnavais de rua no Rio de Janeiro nos anos de 2013 e 2014 .
Ana Carolina Fernandes estudou na Escola de Belas Artes do Parque Lage e trabalhou como fotojornalista por 25 anos, nos maiores jornais do país como O Globo, Jornal do Brasil, Agência Estado ( Estadão e Jornal da Tarde ) e por 10 anos na sucursal da Folha de S. Paulo no Rio onde ganhou 2 Prêmios Folha.
Desde 2008 desenvolve trabalhos autorais e documentais , como o ensaio Mem de Sátrabalha como freelancer como fotojornalista para revistas nacionais e eventualmente para a Agência Reuters e o jornal New York Times.
 Ana Paula Borges
As mobgrafias foram feitas na Escadaria da Catedral Sé, Centro de São Paulo.
O celular utilizado é o Galaxy S5 da Samsung.
Advogada, 36 anos, Paulistana. Adora artes no geral e em especial fotografia e cinema.
 Bianca Vasconcellos

O ensaio registra as expressões de mulheres e adolescentes mulheres encontradas num olhar, no silêncio do bairro do Bixiga e no Teatro São Pedro.

Diretora de documentários jornalísticos, Bianca Vasconcellos dedica boa parte de seu tempo e energia à fotografia. É uma briga entre trabalho apaixonante e paixão que não é trabalho.
“…é a curiosidade que desloca minha atenção quando estou olhando a vida pela lente de uma câmera no celular ou numa mirrorless. Em geral gosto dos lugares para onde a fotografia me leva. Lugares aparentemente externos mas que, de alguma forma, revelam meu interior em silêncio”…

 Claudia Archela 

Este ensaio foi captado com o Lumia 930 e editado com OGGL da Hipstamatic.

O registro foi feito na parte externa do Parque Villa Lobos no último domingo, dia em que a PM expulsou os vendedores ambulantes das proximidades da entrada principal do parque, por não terem licença para tal, com excessão do vendedor de cocos. Aquele dia eles voltaram com os bolsos vazios para casa.
” tenho 43 anos e apesar de minha formação em Propaganda e Marketing, sempre fui apaixonada por Design e Arquitetura e venho trabalhando como Designer de Interiores nos últimos 14 anos. Sempre tive a fotografia como hobby, mas só recentemente comecei a estuda-la e lançar novos olhos e aplicações pessoais.
Denise Perez
Cuba
Ensaio reDenise Perezalizado em Cuba em agosto de 2014 com iphone 5.
Denise Perez fotografa desde os 8 anos, mas demorou muito tempo para levar a fotografia a sério. Estudou direito e relações internacionais, trabalhou como advogada por 8 anos, apesar de nunca ter se identificado com essa profissão. Um dia resolveu tornar real um sonho antigo, largou tudo e passou 2 anos viajando pelo mundo.
Apesar de nunca ter feito nenhum curso de fotografia e da curta carreira, Denise já expôs no Photoville (evento de fotografia que acontece anualmente em Nova Iorque, Estados Unidos), no Columbus Museum of Art (em Ohio, Estados Unidos), no Museu da Imagem e do Som (São Paulo) no Prêmio mObgraphia, no LZ Arte (Rio de Janeiro) e na Casa Cor (Rio de Janeiro).
Denise hoje passa a maior parte do tempo viajando pelo Brasil e acaba de partir para uma temporada de seis meses em Berlin.
Eneida Serrano
Carro abandonado – Também admiro as coisas “sem importância” .Com o olhar livre, tudo readquire valor, as coisas ganham novas funções. Estou viajando pelo Uruguai  e  tiro da bolsa mais um Manoel de Barros: “O privilégio do abandono”, ou   “Catar coisas inúteis garante a soberania do Ser. Garante a soberania do Ser mais do que Ter”.
Pra mim é irresistível: a  Fotografia, aliada ao Tempo e às coisas inúteis, são a minha riqueza.
Eneida é graduada em Jornalismo, trabalhou  para revistas nacionais como Veja, Isto É e MarieClaire.  Fez várias exposições individuais e coletivas e atualmente, dedica-se a projetos autorais, com especial interesse na
documentação do patrimônio histórico.
Eneida fotografa com telefone celular desde 2007 , quando expôs em galeria seu primeiro ensaio, LONDRES POR TELEFONE. Desde então, tem dado prioridade, em seus projetos pessoais,  à fotografia obtida com celular. A valorização do olhar, a agilidade na obtenção e o exercício de criar dentro das limitações do equipamento, são os aspectos que mais lhe interessam atualmente em suas fotografias,  expostas, quase que diariamente, através das redes sociais.
Vive em Porto Alegre.
Julieta Benoit
História do asfalto
O corpo e o não-lugar chamado asfalto que fazem as ruas da cidade de São Paulo.
Emocão atravessada por sonhos e desejos do não-lugar: rua!
modelo : Joana Ferraz
plataforma móvel : Iphone 4s.
Paulistana, com formação em filosofia, Julieta Benoit mudou de rumo desde 2007. Foi pela inquietação existencial por uma narrativa de vida que a fotografia surgiu. Inquietações que a levaram a caminhar para a linguagem da imagem como meio de expressão.
Miriam Homem de Mello
Seres
O ensaio SERES foi feito com iPhone 4S e 5S, nas ruas de São Paulo, em cima de detalhes das Faixas de Pedestre.
Os nomes pretendem, mais do que sugerir, direcionar a percepção do espectador, que ao concordar ou discordar da sugestão, é convidado a buscar nas suas reminiscências, interpretações que digam respeito ao seu próprio imaginário.
Nascida em São Paulo em 1963, estudou Filosofia e Letras Clássicas antes de dedicar-se à Fotografia.
Nara Kassinoff
INSEGURANÇA EMOCIONAL
As ruas estão escuras. Iluminadas porém, pequenas casinhas vazias asseguram as grandes moradias. Nelas reside a insegurança. Boa noite.
Nara por ela mesma:
Sou designer gráfica e flerto desde muito cedo com a fotografia, mas só recentemente venho exercitando essa atividade com maior dedicação e de forma mais livre e despretenciosa. Comecei com as analógicas, ampliei negativos em laboratório, construi uma pinhole, e continuo ainda curtindo muito essa brincadeira com minhas câmeras lomos. Mas é fato que o surgimento do smartphone somado ao Instagram – santas criaturas da tecnologia – possibilitaram um outro exercício fotográfico meu, mais frequente e criativo. Por hora, tenho gostado de usar um aparelho com câmera “meio ruim”, que não me dá as fotografias mais óbvias e perfeitas mas que possui controles e ajustes que me possibilitam sair do modo automático. Acho que ela nem é tão ruim assim, me serve bem 😉 Fico fascinada pela mágica do instante imprevisí­vel que por fim ela acaba por captar, da imagem um pouco tosca, meio suja, do resultado inesperado. Assim sou forçada a exercitar muito mais a idéia e o olhar, do que a fácil certeza de uma imagem perfeita ou criada por um aplicativo, e apenas isso.
Tetê Schmidt

Este ensaio é um retrato da desordem e da convivência de emoções. Faço um paralelo de sentimentos entre a cidade e seus personagens. Retratos anonimos de gente que poderia ser um de nós.  As fotos foram feitas na Av Paulista durante as manifestações contra a corrupção em março e abril e no Minhocão num domingo.

Usei Iphone 5s  e Lumia 830 e editei no Snapseed.

Sou paulistana, nascida e criada aqui. Adoro São Paulo e adoro viajar, sair daqui. Gosto de voltar, mesmo com todo o caos, aqui as possibilidades me fascinam. Sou essencialmente urbana. Tenho 46 anos, sou casada, tenho um filho, um cachorro o #ottothewhippet  Sou redatora publicitária e fotógrafa.

Aos 15 anos, ao invés de um baile, ganhei uma xereta da época. Aos 18 adquiri uma Pentax K 1000 (o Fusca das câmeras). Atualmente fotografo com uma Nikon D80, iPhone 5s e Lumia 830. Profissionalmente, tenho minha editora onde publico um guia de bairro impresso há 8 anos, o Guia Guedala. Faço textos, fotos, comercial.

Tita Ponte
Vila Progresso

Há uma viela em meu caminho, que todos os dias parece me convidar para um encontro. Em um sábado de sol, no mês de abril, aceitei o convite. Entrei e fotografei as cores, a ocupação coletiva do espaço comum, a energia que escapa pelas portas de entrada das casas e enche a ruazinha de vida. No meu celular, a geotag anunciava o desejo nem tão secreto da viela: Vila Progresso, São José dos Campos.

*
Fotos em São José dos Campos, com IPhone 6, em abril de 2015.
Tita Ponte, médica, nascida em Santos.
Em janeiro de 2013 teve um trabalho selecionado para Pinagram1, da Pinacoteca de São Paulo. Em fevereiro de 2013 fez parte de uma exposição coletiva organizada pelo fotógrafo Juan Esteves.
Ainda em 2013 participou como curadora do projeto @rio365, um documentário da cidade do Rio de Janeiro realizado via Instagram.
Em fevereiro de 2014, foi uma das integrantes do coletivo UM+seis, participando de exposição no restaurante Jorge em São Paulo.
Em junho de 2014, teve o ensaio “Não tem tempo ruim” selecionado para compor a Mostra Futebol Br que ocupou o bairro Vila Madalena, em São Paulo, no período da Copa do Mundo de futebol e foi organizado pela DOC Galeria.
Em março de 2015 teve fotografia selecionada para a exposição, no tema Retrato, realizada no 5° Festival de Fotografia de Tiradentes, Foto em Pauta.
Esta entrada foi publicada em março 8, 2016 às 4:54 pm e está arquivada sob Uncategorized. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

Uma opinião sobre “Dia Internacional da Mulher, sempre.

  1. Beth Jeker em disse:

    Parabéns a todas! Belos!!🌟🌟🍀🍀❤️❤️🌹🌹

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