Cultura, Arte e Tecnologia

FLAMOB2017 -HISTÓRICO!

A quarta edição do Festival e Prêmio Latino Americano de Mobgrafias vai ser histórica!

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O maior, mais democrático e inclusivo festival de mobgrafias do mundo. Prêmios para sete categorias, oficinas, debates, leitura de portfolios e palestras.
Categorias: Ensaio, Preto & Branco, Paisagem, Street, Artes Visuais, Retrato,Documental.
45 dias de exposição no MIS.

Exposição convidada: Hikari Creative, coletivo formado por Adriana Zehbrauskas, Ako Salemi, Eric Mencher, Marina Sersale e Q.Sakamaki que usa a mobgrafia como afirmação da importância da arte na vida cotidiana. Seus membros são reconhecidos fotojornalistas de veículos como NYT, Reuters e outros importantes veículos.

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Além de tudo isso, German Lorca, Maureen Bisilliat, Nair Benedicto e Penna Prearo,  mostrando ensaios feitos totalmente em smartphones pela primeira vez, nessa exposição inesperada e inédita!

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E por falar em histórico, segue o nosso,  sobre o início desta jornada e tudo o que vem por aí!

Tudo começou em 2010  com o primeiro Salão dedicado à arte captada e modificada em aparelhos móveis, o Pixels at  an Exhibition em Berkeley California, seguido do primeiro iPhoneography Show, na Soho Gallery for Digital  Art em Nova York em 2011.

Em 2012, observando este movimento que acontecia lá fora, especialmente nos Estados Unidos com o primeiro  festival de arte mobile em Los Angeles, no mesmo ano e um pouco adiante na Espanha com a revista Shootermag e o Mobile Photo  Awards, decidimos criar a mObgraphia.

Começamos a estudar possibilidades a partir de imagens captadas por dispositivos móveis como arte  visual/digital/fotográfica e também como movimento cultural/artístico/tecnológico para realização de eventos e  festivais, que fossem totalmente abertos a quem quisesse se expressar com seu smartphone, tablet ou outros  aparelhos conectados.
Desde então buscamos dar sentido ao que já vinha ocorrendo de forma dispersa, por meio de iniciativas isoladas e  assim, foram surgindo a cada ano, novos espaços e parceiros para realização de eventos nesta área.
A idéia desde o início foi ser um movimento democrático, inclusivo e divertido.

Começamos produzindo workshops e coaching para os fotógrafos (e não fotógrafos) interessados em utilizar seus aparelhos para produzir imagens da melhor forma com ou sem aplicativos.

Surge então a primeira edição do nosso festival, em 2014, na casa que nos acolhe até hoje, o MIS, Museu da Imagem e do Som de São Paulo, um dos lugares mais importantes na exibição da produção visual no mundo. Sob a direção de André Sturm, atual secretário de Cultura de São Paulo, o museu renasceu e alçou vôo para a excelência nas exposições e ações ligadas à cultura visual.

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A mObgraphia buscava uma forma de agregar toda esta produção, que inclui em sua maioria não profissionais da produção de imagem e mostra-la para o mundo.

Hoje, o smartphone faz parte do jeito de se relacionar e se comunicar de cada um de nós.

De “photo notes” às produções artísticas, ainda sem considerar
vídeos e áudios, as fotografias seguem rumo a previsões  filosóficas de que as imagens técnicas viriam a substituir os  signos de linguagem na comunicação interpessoal e social.

A “história” enquanto acontece é apenas “fato” à ser esmiuçado e interpretado  pelo porvir.
Entretanto, os agentes desta mesma história estão colocando-se a  postos agora.

Partindo do princípio de que os eventos da  mObgraphia estão entre os mais atuantes e, por enquanto, únicos no Brasil e América Latina, parcela  significativa desta história está sendo criada aqui.

2016 foi o ano em que a grande mídia “descobriu” o que estávamos propondo e deu destaque a diversos de nossos projetos, além do FLAMOB, o Superação2016, nossa participação no Valongo Festival Internacional da Imagem e o mObgraphia Film Festival.

As Artes tiveram e continuam tendo este papel: contar pedaços da história do  homem sobre a terra.

Porém, diante da enormidade de imagens produzidas e excluídas diariamente,  como organizá-las em leituras? Quantidade e velocidade são impedimentos  intransponíveis na busca de compreensão deste novo meio de “falar”.

As milhares de “photo notes” que substituem um pequeno bloco de anotações,  apesar de contar-nos sobre cotidiano, ficam aquém da intenção narrativa, da  subjetividade.

Os projetos da mObgraphia pretendem colocar usuários de plataformas móveis a  buscarem estas intenções. Convidá-los a serem agentes na produção de imagens  desafiando-os por meio narrativas próprias, e, ao receber tais arquivos, estarão  dadas as formas de organizá-las.

A mObgraphia Cultura Visual quer que o usuário de tais veículos ultrapassem a  condição de simples consumidores de conteúdo à geradores. Quer dar à seus  participantes, ávidos por “falar”, tanto novos desafios quanto oportunidade de fazer  parte de uma fatia da história deste tempo, contada através das narrativas visuais e da fotografia vernacular, aquela do nosso dia a dia.

O volume de imagens aumenta a cada ano. Mais de 80% dos nossos participantes são parte de uma geração que se comunica através de imagens e não necessáriamente faz da fotografia sua profissão, o que mostra que o potencial desta produção é enorme.

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Embarque com a gente nessa jornada.

FLAMOB 2017, inscrições abertas até 2.4

Visite o site oficial do Festival aqui.


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Esta entrada foi publicada em fevereiro 7, 2017 às 11:23 am e está arquivada sob Uncategorized. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.
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